{"id":43282,"date":"2025-10-03T14:59:51","date_gmt":"2025-10-03T17:59:51","guid":{"rendered":"https:\/\/cacapavaonline.net.br\/?p=43282"},"modified":"2025-10-03T14:59:54","modified_gmt":"2025-10-03T17:59:54","slug":"projeto-mapeia-pontos-de-memoria-negra-em-cacapava-do-sule-resgata-historias-silenciadas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cacapavaonline.net.br\/index.php\/2025\/10\/projeto-mapeia-pontos-de-memoria-negra-em-cacapava-do-sule-resgata-historias-silenciadas\/","title":{"rendered":"Projeto mapeia Pontos de Mem\u00f3ria Negra em Ca\u00e7apava do Sule resgata hist\u00f3rias silenciadas"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"cacap-conteudo\" style=\"float: right;clear: both;\" id=\"cacap-530269700\"><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/netmax_internet\/\" aria-label=\"240821-Netmax\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cacapavaonline.net.br\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/240821-Netmax.jpg\" alt=\"\"  srcset=\"https:\/\/cacapavaonline.net.br\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/240821-Netmax.jpg 1080w, https:\/\/cacapavaonline.net.br\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/240821-Netmax-300x150.jpg 300w, https:\/\/cacapavaonline.net.br\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/240821-Netmax-1024x513.jpg 1024w, https:\/\/cacapavaonline.net.br\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/240821-Netmax-768x385.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1080px) 100vw, 1080px\" width=\"800\" height=\"541\"   \/><\/a><\/div><br style=\"clear: both; display: block; float: none;\"\/><p>Projeto mapeia Pontos de Mem\u00f3ria Negra em Ca\u00e7apava do Sul e resgata hist\u00f3rias silenciadas<br>O projeto Mapeamento dos Pontos de Mem\u00f3ria Negra no Geoparque Ca\u00e7apava vem desenvolvendo uma s\u00e9rie de a\u00e7\u00f5es para valorizar e difundir a presen\u00e7a da comunidade negra na hist\u00f3ria local. Por meio de visitas, entrevistas, oficinas e registros audiovisuais, a iniciativa busca recuperar mem\u00f3rias muitas vezes invisibilizadas, ampliando o olhar sobre a forma\u00e7\u00e3o cultural da 2\u00aa Capital Farroupilha.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quilombos e saberes ancestrais<br><\/strong>Em 13 de agosto, a equipe esteve no Quilombo Picada das Vassouras, onde registrou hist\u00f3rias transmitidas de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o. Durante a visita, foram conhecidos locais sagrados como o Cemit\u00e9rio Sagrado e a Pedra da Promessa, mas o grande destaque foi ouvir as vozes de refer\u00eancias como Rosangela Vieira, Dona Dinor\u00e1 e Seu Jos\u00e9, guardi\u00f5es da mem\u00f3ria e da ancestralidade local.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A diretora do projeto, C\u00e1tia Cilene, destacou a for\u00e7a da experi\u00eancia:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O projeto vem conseguindo aos poucos restaurar viv\u00eancias passadas. Na Pedra da Promessa revisitamos uma cren\u00e7a que permanece viva na mem\u00f3ria coletiva da comunidade. Quando chegamos no Cemit\u00e9rio Sagrado, depois de uma longa caminhada que seria o fim, a sensa\u00e7\u00e3o foi de chegar no in\u00edcio. Retirar nossas hist\u00f3rias do apagamento significa garantir repara\u00e7\u00e3o. O projeto busca ind\u00edcios para assegurar um direito social b\u00e1sico da comunidade negra: o direito \u00e0 mem\u00f3ria, afirmou.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Monumentos e personagens hist\u00f3ricos<br><\/strong>O mapeamento tamb\u00e9m destacou pontos emblem\u00e1ticos como o Monumento a Tio Noca, na Pra\u00e7a Mathias Velho. Pipeiro respons\u00e1vel pelo abastecimento de \u00e1gua da cidade antes de 1970, Tio Noca \u00e9 lembrado por sua inventividade: mesmo sem ser alfabetizado, desenvolveu um sistema pr\u00f3prio de registros.<br>Outros espa\u00e7os revisitados pelo projeto foram a Igreja Matriz, no Largo Farroupilha, e o Forte Dom Pedro II, constru\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas que possivelmente contaram com a participa\u00e7\u00e3o de m\u00e3os escravizadas em suas obras. Ambos convidam a refletir sobre o papel da popula\u00e7\u00e3o negra na edifica\u00e7\u00e3o da cidade, embora sua contribui\u00e7\u00e3o n\u00e3o apare\u00e7a nos registros oficiais.<br>O Monumento aos Lanceiros Negros tamb\u00e9m foi resgatado como s\u00edmbolo de resist\u00eancia, homenageando soldados negros que lutaram na Revolu\u00e7\u00e3o Farroupilha e foram v\u00edtimas do Massacre de Porongos.<br>Para o professor de filosofia e membro da equipe do projeto, Fernando Silva, a reflex\u00e3o \u00e9 urgente:<\/p>\n\n\n\n<p>-A historiografia elaborada pela elite estancieira e o apagamento hist\u00f3rico intencional que paira sobre a sociedade ga\u00facha, para invisibilizar o hero\u00edsmo dos Lanceiros Negros, carregam marcas de uma trai\u00e7\u00e3o n\u00e3o superada. Enquanto o reconhecimento da luta por liberdade aos verdadeiros her\u00f3is da Revolu\u00e7\u00e3o Farroupilha n\u00e3o lhes for dado, os esfor\u00e7os para quebrar o paradigma epistemol\u00f3gico de uma farsa v\u00e3o na contram\u00e3o da luta antirracista. O resgate da luta do povo negro necessariamente precisa ser contado pela \u00f3tica dos oprimidos historicamente, destacou.<\/p>\n\n\n\n<p>-O resgate da luta do povo negro necessariamente precisa ser contado pela \u00f3tica dos oprimidos historicamente. Afinal, \u00e9 como diz um antigo prov\u00e9rbio africano: &#8220;At\u00e9 que os le\u00f5es inventem as pr\u00f3prias hist\u00f3rias, os ca\u00e7adores ser\u00e3o sempre os her\u00f3is das narrativas de ca\u00e7a&#8221;. Significa dizer que os her\u00f3is e hero\u00ednas negros e negras precisam ter seus nomes em monumentos, ruas, espa\u00e7os p\u00fablicos, centros urbanos, cidades, para que esses espa\u00e7os sejam &#8220;enegrecidos&#8221;. Ou seja, que negros e negras n\u00e3o sejam embranquecidos pelo ide\u00e1rio subjetivo da popula\u00e7\u00e3o e pelo racismo estrutural, complementou Fernando.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Acervos e registros da escravid\u00e3o<br><\/strong>No Centro Municipal de Cultura Arnaldo Luis Cassol (antigo F\u00f3rum), o Museu Lanceiros do Sul e o Arquivo Hist\u00f3rico preservam documentos de alforria, invent\u00e1rios e objetos como troncos, correntes e algemas que testemunham a presen\u00e7a da escravid\u00e3o em Ca\u00e7apava do Sul, inclusive em pequenas propriedades. Esses registros fortalecem a compreens\u00e3o da escravid\u00e3o como parte da hist\u00f3ria regional.<br>Para Artie Alika F\u00e9lix, membro da equipe do projeto, o tema \u00e9 central:<\/p>\n\n\n\n<p>-A salvaguarda de documentos e acervos hist\u00f3ricos do per\u00edodo escravagista e segregacionista de Ca\u00e7apava do Sul \u00e9 considerada crucial para combater o apagamento da hist\u00f3ria. Moradores e ativistas locais mant\u00eam um esfor\u00e7o cont\u00ednuo de preserva\u00e7\u00e3o e cria\u00e7\u00e3o de materiais de estudo, visando suprir a car\u00eancia de refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas. Essa lacuna contribuiu para a invisibiliza\u00e7\u00e3o das narrativas e indiv\u00edduos afetados, explicou. O tema \u00e9 de especial relev\u00e2ncia, visto que Ca\u00e7apava do Sul est\u00e1 entre as dez cidades mais negras do Rio Grande do Sul, o que refor\u00e7a o apelo para que o poder p\u00fablico e a sociedade civil dediquem um olhar mais atento a esse resgate hist\u00f3rico.<br><strong>Educa\u00e7\u00e3o, oficinas e protagonismo cultural<br><\/strong>A forma\u00e7\u00e3o de professores da rede municipal tamb\u00e9m tem sido prioridade do projeto. Em atividades de campo, educadores visitaram pontos de mem\u00f3ria negra, conhecendo s\u00edmbolos e narrativas que ser\u00e3o levados para as salas de aula.<br>Al\u00e9m disso, foram promovidas oficinas como a da professora e mestra Tain\u00e3 Rosa, que compartilhou metodologias do projeto Territ\u00f3rios Negros de Alvorada, ampliando horizontes para o trabalho em Ca\u00e7apava do Sul.<br>A equipe tamb\u00e9m entrevistou Francisco Acidemar Nunes, o Tio Cida, mestre da cultura popular, percussionista, artes\u00e3o e ativista cultural. Guardi\u00e3o do tambor de sopapo, Tio Cida destacou nomes como Giba Giba e Mestre Batista, lembrando a import\u00e2ncia da m\u00fasica e da oralidade como ferramentas de resist\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Construindo pertencimento<br><\/strong>Cada a\u00e7\u00e3o do projeto refor\u00e7a a necessidade de ressignificar a hist\u00f3ria oficial e cultivar o sentimento de pertencimento da comunidade. Ao dar visibilidade \u00e0s vozes silenciadas, o Mapeamento dos Pontos de Mem\u00f3ria Negra contribui para a valoriza\u00e7\u00e3o da cultura afro-brasileira e para a forma\u00e7\u00e3o de uma identidade coletiva mais justa e plural em Ca\u00e7apava do Sul.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Financiamento:<\/strong> Projeto realizado com recursos da Lei Complementar n\u00ba 195\/2022.<br><strong>Texto: <\/strong>Ascom projeto Mapeamento dos Pontos de Mem\u00f3ria Negra do Geoparque Ca\u00e7apava do Sul<br>Instagram:@m.memorianegrageoparque_<br>Site: cileneculturaeducacao.com.br<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"471\" height=\"522\" src=\"https:\/\/cacapavaonline.net.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/image-26.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-43287\" srcset=\"https:\/\/cacapavaonline.net.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/image-26.png 471w, https:\/\/cacapavaonline.net.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/image-26-271x300.png 271w\" sizes=\"(max-width: 471px) 100vw, 471px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"561\" height=\"401\" src=\"https:\/\/cacapavaonline.net.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/image-25.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-43286\" srcset=\"https:\/\/cacapavaonline.net.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/image-25.png 561w, https:\/\/cacapavaonline.net.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/image-25-300x214.png 300w\" sizes=\"(max-width: 561px) 100vw, 561px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"568\" height=\"544\" src=\"https:\/\/cacapavaonline.net.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/image-24.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-43285\" srcset=\"https:\/\/cacapavaonline.net.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/image-24.png 568w, https:\/\/cacapavaonline.net.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/image-24-300x287.png 300w\" sizes=\"(max-width: 568px) 100vw, 568px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"1014\" src=\"https:\/\/cacapavaonline.net.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/image-28-1024x1014.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-43289\" srcset=\"https:\/\/cacapavaonline.net.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/image-28-1024x1014.png 1024w, https:\/\/cacapavaonline.net.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/image-28-300x297.png 300w, https:\/\/cacapavaonline.net.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/image-28-150x150.png 150w, https:\/\/cacapavaonline.net.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/image-28-768x760.png 768w, https:\/\/cacapavaonline.net.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/image-28.png 1080w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"318\" height=\"344\" src=\"https:\/\/cacapavaonline.net.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/image-29.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-43290\" srcset=\"https:\/\/cacapavaonline.net.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/image-29.png 318w, https:\/\/cacapavaonline.net.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/image-29-277x300.png 277w\" sizes=\"(max-width: 318px) 100vw, 318px\" \/><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Projeto mapeia Pontos de Mem\u00f3ria Negra em Ca\u00e7apava do Sul e resgata hist\u00f3rias silenciadasO projeto Mapeamento dos Pontos de Mem\u00f3ria Negra no Geoparque Ca\u00e7apava vem desenvolvendo uma s\u00e9rie de a\u00e7\u00f5es para valorizar e difundir a presen\u00e7a da comunidade negra na hist\u00f3ria local. 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