O presidente do Sindicato Rural de Caçapava do Sul, Christian Schievelbein, participou recentemente de dois importantes eventos ligados ao desenvolvimento do agronegócio gaúcho: a posse da nova diretoria da Farsul e a inauguração da operação de produção de fosfato da Pampafos, em Lavras do Sul.
No dia 24 de maio, data em que a Farsul celebrou seus 99 anos de fundação, Schievelbein foi reconduzido ao cargo de diretor-suplente da entidade para a gestão 2026-2029. A cerimônia realizada em Porto Alegre reuniu lideranças do agronegócio, representantes sindicais e autoridades estaduais, marcando o início da caminhada rumo ao centenário da federação, que será celebrado em 2027.
Para o dirigente rural, a nova gestão assume em um momento decisivo para o setor produtivo gaúcho.
“Esta nova diretoria assume com desafios relevantes, especialmente nas pautas de segurança jurídica, crédito e apoio aos produtores que enfrentam dificuldades climáticas e econômicas. Tenho certeza de que a Farsul seguirá sendo uma instituição fundamental para fortalecer o agro e contribuir para o crescimento do nosso Estado”, afirmou.
Schievelbein destacou ainda a relevância histórica da entidade, considerada uma das mais importantes representações do setor agropecuário brasileiro. Segundo ele, ao completar 99 anos, a Farsul reafirma seu compromisso com a defesa dos produtores rurais e com o desenvolvimento econômico do Rio Grande do Sul.
Já no dia 2 de junho, o presidente do Sindicato Rural de Caçapava do Sul esteve em Lavras do Sul para acompanhar a inauguração da operação da Pampafos, empreendimento voltado à produção de fosfato, matéria-prima essencial para a fabricação de fertilizantes utilizados na agricultura.
A iniciativa prevê a produção do minério em Lavras do Sul e seu beneficiamento em Caçapava do Sul, criando uma cadeia produtiva com potencial de impacto regional e estadual.
Na avaliação de Schievelbein, o projeto representa um avanço estratégico para o agronegócio gaúcho.
“O início da produção de fosfato em Lavras do Sul e seu beneficiamento em Caçapava do Sul é extremamente importante porque estamos falando de um insumo essencial para a agricultura. Produzir fosfato no Rio Grande do Sul reduz a dependência de importações, fortalece o agronegócio e aumenta a segurança no fornecimento de fertilizantes aos produtores”, ressaltou.
O dirigente também destacou os reflexos econômicos do empreendimento para a região. “Além disso, o projeto gera empregos, movimenta a economia regional e coloca a Campanha Gaúcha em posição estratégica dentro da cadeia produtiva do agronegócio brasileiro”, acrescentou.
As duas agendas reforçam a atuação de Christian Schievelbein tanto na representação institucional dos produtores rurais junto à Farsul quanto no acompanhamento de iniciativas consideradas estratégicas para o fortalecimento da economia regional e do agronegócio gaúcho.





